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domingo, 21 de fevereiro de 2016

João Calvino: fim de um servo do demônio

 

João Calvino. Anônimo, século XVI, Bibliothèque de Genève.

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 


Também João Calvino, o outro máximo líder dos protestantes junto com Lutero, foi servo do demônio; também ele agiu como um feroz anticristo, devorador das almas. 

Vejamos os últimos momentos deste heresiarca descritos no livro do Pe. Júlio Maria “O Diabo, Lutero e o Protestantismo” (cap. IX, nº 3):

 


“Calvino é a mais asquerosa figura que apresentou a pretensa reforma protestante: verdadeiro monstro de corrupção e de hipocrisia.

“Todos os seus passos eram calculados, e dizia-se que os seus olhos, despedindo uma chama impura, lançavam olhares mortais.

“O fim de Calvino foi a digna conclusão de uma tal vida. Vivera na lama, morreu na podridão. 

“Eis com que termos ela foi descrita pelo protestante Schlussemburg: 

“Tal foi o golpe com que Deus feriu Calvino, com a sua mão poderosa, que ele exalou miseravelmente sua má alma, desesperado de sua salvação, invocando os demônios e proferindo imprecações as mais execráveis, e blasfêmias as mais horrorosas”.

“Ele morreu de febre maligna, devorado, de modo mais ignóbil e degradante, por um formigueiro de vermes, e consumido por abscessos ulcerosos, cujo infecto nenhum dos assistentes podia suportar”. (Th. Calvino 1594, t.2l. p. 72).


 

 

João Calvino (1509-1564). 
Estátua no Museu Internacional da Reforma Protestante de Genebra.

“Esta narração é confirmada por um discípulo de Calvino, João Harem, testemunha ocular de sua morte e que assim se refere:

“Calvino morreu como desesperado, tendo uma dessas mortes vergonhosas e degradantes com que Deus pune os ímpios e os reprovados, depois de ter sido atormentado por longos e horríveis sofrimentos: eu o posso atestar, em verdade, porque vi com meus próprios olhos seu fim funesto e trágico” (Horenius, vida de Calvino)

Diz ainda o mesmo Horenius: “Calvino, infeliz Calvino! Só quem estiver cego deixará de ter na história as passagens mais infamantes que pesam sobre esse homem fundador do presbiterianismo”.


Assim foram as mortes destes famosos heresiarcas que, hoje em dia, são venerados e aplaudidos pelos falsos historiadores e pelos protestantes hipócritas. 

Talis vita, finis ita. “Assim foi a vida, assim será a morte” — sentenciou Santo Agostinho. A vida de Lutero foi porca, blasfema, cheia de glutonarias e mentiras e um outro horror foi a sua morte vergonhosa e seu enterro escabroso. A vida de Calvino foi criminosa, cheia de mentiras e heresias, e um outro horror foi sua morte terrível.

(Autor: Pe. Júlio Maria Lombaerde S.D.N., “O Diabo, Lutero e o Protestantismo”, 2ª. Edição 1950. Editora “O Lutador” Manhumirim – Minas)

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